Iniciativa oferece prêmio para educadores criativos


O Prêmio Microsoft Educadores Inovadores está com inscrições abertas para professores realizadores de projetos que utilizam a tecnologia no processo de ensino-aprendizagem. Podem participar educadores de escolas públicas e particulares, de organizações sem fins lucrativos e de fundações que participam ou participaram dos Programas Educacionais Microsoft.

As inscrições podem ser feitas, de forma gratuita, até o dia 08 de agosto através do site www.educadoresinovadores.com.br. Serão aceitos os projetos desenvolvidos e aplicados na prática entre 1 de janeiro de 2004 e 8 de agosto de 2008. Para participar, o trabalho deve seguir os seguintes critérios: envolver a tecnologia na sua execução; integrar a escola com a comunidade e potencializar os estudantes durante o processo de aprendizagem.

O objetivo do prêmio é incentivar o desenvolvimento de inovações nas práticas educacionais cotidianas das instituições de ensino. A premiação possui três categorias: Aluno Monitor, Gestão Escolar e Tecnologias e Educador Inovador. O resultado será divulgado no dia 27 de agosto de 2008 e a entrega do prêmio acontece no dia 03 de setembro, em São Paulo. Mais informações: www.educadoresinovadores.com.br.

Fonte: redeGIFE ONLINE
Data: 28/07/2008

Instituto Wal-Mart busca projetos sociais para patrocinar


O Instituto Wal-Mart lançou o edital para seleção de 25 projetos sociais nos 17 Estados onde a rede está presente no Brasil. O objetivo é identificar programas alinhados com a missão da organização: promover o desenvolvimento social, econômico e cultural de comunidades em situação de vulnerabilidade social.

A íntegra do edital está disponível no site www.iwm.org.br, assim como demais informações sobre o processo. As inscrições poderão ser realizadas até o dia 30 de agosto de 2008.

Poderão se inscrever organizações da sociedade civil, legalmente constituídas e sem fins lucrativos, que desenvolvam projetos sociais nas localidades onde existam lojas da rede Wal-Mart Brasil, que inclui hipermercados Bompreço, BIG e Wal-Mart Supercenter, supermercados Bompreço, Nacional, Mercadorama, atacado Maxxi e o clube de compras SAM’S CLUB (veja relação das principais cidades abaixo). Os projetos selecionados receberão aporte de recursos por um período de 24 meses para desenvolvimento de infra-estrutura e consultoria, no valor total de até R$ 250 mil, considerando os dois anos da parceria.

Nosso objetivo é apoiar iniciativas que gerem transformação social de fato, iniciativas que mudem as vidas das pessoas e das comunidades através da promoção da autonomia”, afirma o diretor do Instituto Wal-Mart, Paulo Mindlin. Esta ação está alinhada com a missão do Wal-Mart, que é contribuir para melhorar a qualidade de vida nos locais onde opera com suas lojas.

Desde a sua fundação, em 2005, o Instituto Wal-Mart já financiou 45 projetos sociais, tendo beneficiado 3,8 mil pessoas pelas iniciativas de geração de trabalho e renda. Também atendeu 900 mil famílias por meio do programa Família Brasileira Fortalecida, em parceria com o UNICEF. Só no ano passado, o Instituto Wal-Mart investiu R$ 7 milhões e, em 2008, os recursos disponíveis são de R$ 7 milhões para o financiamento de projetos sociais.

Sob o eixo econômico estão os programas para geração de renda com o apoio a cooperativas e associações de economia popular, além de atividades de formação de jovens para o mercado de trabalho. Na área social, a proposta é fortalecer as famílias, especialmente as lideradas por mulheres, por meio de ações educativas e informativas. E sob o aspecto cultural, os programas valorizam a história e tradições das comunidades.

Os projetos deverão ser localizados nas cidades ou regiões metropolitanas onde existam unidades da empresa, a saber:

  • Em Alagoas: Maceió
  • Na Bahia: Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Lauro de Freitas, Itabuna, Vera Cruz, Camaçari, Candeias, Simões Filho
  • No Ceará: Fortaleza
  • No Distrito Federal: Brasília
  • No Espírito Santo: Vitória
  • Em Goiás: Goiânia
  • No Maranhão: São Luís
  • Em Mato Grosso do Sul: Campo Grande
  • Em Minas Gerais: Contagem
  • Na Paraíba: João Pessoa e Campina Grande
  • Em Pernambuco: Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Caruaru, Petrolina, Paulista, Carpina, Camaragibe, Cabo, São Lourenço da Mata, Abreu e Lima e Vitória de Santo Antão
  • No Piauí: Teresina
  • No Paraná: Curitiba, Maringá, Londrina, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu, Pinhais, Colombo, São José dos Pinhais e Umuarama
  • No Rio de Janeiro: Rio de Janeiro e Niterói
  • No Rio Grande do Norte: Natal
  • No Rio Grande do Sul: Porto Alegre, Alegrete, Cachoeirinha, Novo Hamburgo, Canoas, Viamão, Santa Maria, São Leopoldo, Alvorada, Caxias do Sul, Santana do Livramento, Uruguaiana, Pelotas, Esteio, Gravataí, Montenegro, Santa Cruz do Sul, Capão da Canoa, Torres, Tramandaí, Camaquã, Sapucaia do Sul, Taquara, Guaíba, Alegrete, Osório, São Gabriel, Santo Antônio da Patrulha, Cruz Alta, São Borja, Bagé, Rosário do Sul, Santo Ângelo, Dom Pedrito, Santa Rosa, Barra Ribeiro, Ijuí, Xangri-lá, Gramado, Imbé e Rio Grande
  • Em Santa Catarina: Florianópolis, Joinville, Blumenau, Itajaí, Balneário Camboriú
  • Em São Paulo: São Paulo, Osasco, Guarulhos, São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul, Barueri, Taboão da Serra, Cotia, Jandira, Campinas, São José dos Campos, Sorocaba, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Franca, Bauru, Limeira, Mogi-Guaçu Araras, Piracicaba e Americana
  • Em Sergipe: Aracaju


Fonte: redeGIFE ONLINE
Data: 28/07/2008

Bibliotecas e criatividade são apontadas como recursos para incentivar a leitura


Autora: Ana Guimarães
Publicado em: 25/07/2008


Deve-se ler como se come: todos os dias, até que a leitura seja como o olhar, exercício natural, mas sempre prazeroso.


A frase, traduzida livremente para o português, é da escritora chilena Gabriela Mistral, prêmio nobel de literatura. O trecho foi utilizado como exemplo nesta sexta-feira, 25, por Costanza Mekis, responsável pela política de livro e leitura do Ministério da Educação do Chile. Ela esteve no Ministério da Educação, onde participou do Fórum Literatura na Escola: Biblioteca Escolar e Mediação da Leitura.


Desde a última quinta-feira, 24, especialistas do Brasil e do exterior estão reunidos para refletir sobre o papel da literatura na escola. O Plano Nacional de Literatura e Leitura do Brasil (PNLL) ocupa lugar de destaque nas discussões. Para a representante do Chile, as novas ações de incentivo à leitura desenvolvidas no Brasil podem provocar mudanças semelhantes às da década de 90, com a reforma educativa chilena. “Acredito que o Brasil esteja no caminho certo para melhorar a prática de leitura de suas crianças”, destacou.


Este ano, tanto as escolas de educação infantil quanto as de ensino médio passaram a receber acervos de literatura. Antes, apenas as do ensino fundamental eram contempladas. “É uma mudança muito positiva porque amplia o contato dos estudantes com a literatura”, explicou a diretora de Políticas de Formação do MEC, Jeanete Beauchamp.


Até 2007, 1.270 municípios brasileiros nunca tinham recebido recursos federais para a implantação de bibliotecas. Este ano, o número caiu para 330. “Todos esses municípios receberão a ajuda até o fim do ano”, esclareceu o coordenador da área de livro e leitura do Ministério da Cultura, Jéferson Assumção.


Para os especialistas, a implantação de bibliotecas é fator decisivo no desenvolvimento do hábito da leitura. “A biblioteca deve ser o coração da escola, e os alunos devem encarar esse lugar como encaram uma piscina em uma dia de sol: com vontade de se divertir”, defendeu Costanza Mekis. Ela falou sobre o programa Bibliotecas Escolares do Chile.


Fonte: MEC
Data: 28/07/2008

Cada dia, uma nova história


Diferentemente de outras artes, como o cinema e a literatura, que contam histórias e as finalizam com a gravação de um vídeo e com um ponto final, respectivamente, nunca haverá um mesmo espetáculo de teatro, pois a cada apresentação, haverá uma nova emoção para contar a mesma história.

Talvez esteja aí, um dos motivos que motivam e acabam seduzindo ainda mais as pessoas a fazerem teatro. Essa oportunidade de contar a mesma história a cada dia e de surpreender com uma interpretação, ou ser surpreendido pela receptividade da platéia, não se encontra em qualquer lugar, talvez na música se consiga algo semelhante.

Me lembro do tempo em que ainda me arriscava sobre um palco (para o bem da arte isso já ficou lá bem pra trás) e das poucas apresentações que fiz, jamais repetimos a mesma apresentação, mesmo com toda a marcação, com o mesmo texto ali na ponta da língua, nada se repetia, sempre parecia algo inédito.

O teatro é bem mais do que muitos pensam e a sua grandiosidade ainda não foi devidamente compreendida a ponto de receber o entendimento que merece. A ponto de quem sabe, ser compreendido tal qual o cinema, por exemplo. Sem entrar no mérito disso ou daquilo, mas por que uma história registrada em vídeo, que capta a emoção do momento de sua gravação, consegue ter mais cartaz do que uma história que, a cada dia, pode ser contada com uma emoção diferente em cima de um palco?

Acho que o caráter marginal do teatro explique um pouco isso, mas, talvez também esteja aí, outro ponto que leva as pessoas a se apaixonarem por ele, pois essa arte marginal que subverte a ordem das coisas e que não está presa a paradigmas de estéticas e de formatos, pode contar suas histórias e fazer com que as pessoas que as interpretem, se entreguem sem receios, experimentem, ousem, reinventem o ser humano a cada dia e sempre de um jeito diferente, algo que o cinema jamais será capaz.

Feliz o artista que faz do teatro a sua arte e pode experimentar a cada dia, uma nova maneira de contar uma mesma história. E feliz também, aquele que tem a oportunidade de assistir a um espetáculo por várias vezes, pois estará sempre tendo a oportunidade de ver contada uma história de forma diferente.


Fonte: Escrito por Paulo Sacaldassy, para o site Oficina de Teatro
Data 27/07/2008

A ARTE DE ENSINAR E APRENDER


Publicado por Marta em 10/4/2008

Resumo: Este artigo objetiva refletir sobre o processo ensino/aprendizagem nos dias atuais, abordando questões fundamentais tanto para alunos quanto para professores. Com o passar do tempo a sociedade muda continuamente, assim o ensino sofre bruscas mudanças, e com elas o aprender e ensinar também ganha novas formas. O ensino de outrora não faz mais sentido. O que mudou então, a forma de ensinar ou a forma de aprender? Na realidade os dois mudaram, se em alguma instituição não houve essa mudança, certamente ela não alcançará a transformação tão necessária à educação, que tem sido discutida com afinco nos dias atuais.



INTRODUÇÃO

Muito tem se discutido sobre as mudanças sofridas na educação. Educar não se resume a transmitir conteúdos, bem como aprender não se resume a uma simples assimilação, de forma passiva. O primeiro passo para que essas mudanças aconteçam de forma plena, beneficiando alunos e professores é a reflexão. O ensino é um processo que exige avaliação, reflexão e acima de tudo ação. Boas idéias que não saem do papel em nada contribuem para o ensino, para o processo ensino/aprendizagem.

Compreende-se assim que o maior desafio nos dias atuais trata-se de reconhecer a necessidade de voltar um novo olhar para a questão do “ensinar e aprender”. Sabe-se que outrora a preocupação maior era a transmissão dos conhecimentos, porém nos dias atuais surge uma infinidade de preocupações, o conteúdo é somente uma amostra do que se faz necessário para embarcar nessa incrível arte.

Outro aspecto que também merece destaque trata-se dos ambientes de aprendizagem, principalmente as salas de aula, não esquecendo metodologias, didática que devem estimular o lado criativo do aluno, levando-o a aprender a aprender. Apesar da importância que têm no processo ensino/aprendizagem as salas de aulas continuam anacrônicas, o que faz muitas vezes com que professores e alunos se percam no caminho não alcançando seus objetivos.

Faz-se necessário estudos que avaliem essa questão, que acima de tudo busque conhecer essa difícil e doce arte de ensinar e aprender. Se antes era preciso apenas que o professor dominasse o conteúdo que ia ser ensinado, hoje faz-se necessário saber primeiramente como o aluno aprende, ou seja, a pergunta passa de: o que estarei ensinando meu aluno? Para: que atividades meu aluno precisa fazer para aprender? Reconhece-se assim que não é nada fácil ensinar, nem tão pouco aprender, mas que tanto aprender como ensinar é necessário e possível. Ensinar e aprender é uma arte, uma aventura com inúmeros caminhos e possibilidades.

Pretende-se com esse artigo refletir sobre o ensino como um processo em que aprender e ensinar são dois lados de uma mesma moeda, bem como discutir os aspectos necessários para que a tão sonhada e esperada transformação aconteça, além de responder algumas questões que surge nos dias atuais como: porque é tão difícil ensinar nos dias atuais?
Como deve ser a relação professor-aluno? Qual o perfil do aluno desse novo tempo?

DESENVOLVIMENTO

Ensinar não é algo simples, aprender não é somente reter conhecimentos. Ensinar é mais que transferir conhecimentos, aprender é transformar o conhecimento recebido, é dar a ele um significado, um propósito. Aprender e ensinar são dois lados de uma mesma moeda, um completa o outro, um professor não seria professor se não tivessem os alunos, assim como os alunos não seriam alunos se não contassem com um mediador. O que não pode ser esquecido é que tanto aprender, como ensinar trata-se de um processo que exige um diálogo constante, que exige reflexão.

Muito tem se discutido sobre as transformações ocorridas na educação, no processo ensino/aprendizagem, reconhecendo-se assim a necessidade de um novo fazer educativo voltado para o aprender a aprender, uma vez que o aluno não deve reter os conhecimentos de uma forma passiva. Por isso torna-se necessário que o professor reflita sobre sua prática, bem como o aluno sobre seu papel de educando.

Alguns fatores importantes têm forte influência na aprendizagem, como o estímulo, interesse, além de certas habilidades, o aluno precisa se sentir estimulado, querer aprender, ou seja, aprender não é tão simples assim, aprender exige atitude.

Cabe a escola buscar alternativas viáveis para que professores e alunos exerçam seu verdadeiro papel dentro do contexto escolar. E que acima de tudo não haja desencontro entre ensino e aprendizagem, mas uma harmonia que os favoreçam e proporcione um crescimento mútuo.

Dentre muitos questionamentos envolvendo a questão do ensino aprendizagem, um deles se refere ao ensino nos dias atuais, muitas pessoas se perguntam por que é tão difícil ensinar hoje. Que rumos vêm tomando as escolas diante de tantos questionamentos? O que realmente mudou? E porque mudou?

Sabe-se que muitas escolas permanecem impermeáveis a tais mudanças, voltam se apenas para conteúdos, currículos e esquecem que a muito mais a saber, a analisar, a buscar, esquecem inclusive dos objetivos. Muitas vezes essa preocupação tão somente com conteúdos e quantidade é que faz com a educação perca seu verdadeiro propósito.

Quanto à pergunta “porque é tão é difícil ensinar nos dias atuais”, abordada anteriormente neste artigo, sabe-se que muita coisa mudou, hoje o alunado é outro, assim como o professorado também. Na realidade vivemos em um outro tempo, as pessoas não são mais as mesmas, a sociedade não é mais a mesma, as informações que antes vinham exclusivamente das escolas agora vêm de todos os lados, ganhou forte proporção. Talvez esta seja a maior mudança de todas, e a responsável por tantos questionamentos, inclusive por esse novo jeito de ensinar e de aprender. As inúmeras informações que chegam até os alunos de uma forma atrativa faz com que a escola perca o espaço que teve outrora, sua hegemonia. Cabe ao professor ser criativo, buscar alternativas, novas formas para transmitir os conteúdos, que atendam a esse novo fazer, que favoreça o aprender a prender.

A relação professor aluno é outro fator que deve ser discutido, tanto professor quanto aluno devem ser vistos como seres que pensam, que sentem e que acima de tudo busca, aprende, erra, tem anseios e limites. O que mudou no perfil do aluno? Os alunos de hoje têm acesso a muitas informações são alunos “antenados” que não se contentam com qualquer informação, nem tão pouco com informações ultrapassadas.

Professores precisam de liberdade para ensinar, assim como os alunos precisam de liberdade para aprender, alunos e professores são os dois lados de mesma moeda, os maiores interessados, personagens principais na difícil e doce arte de aprender e ensinar.

CONCLUSÃO

Após as discussões acima fica evidente a necessidade de refletir sobre este novo tempo, sobre este novo fazer educativo. Saber aprender é tão importante quanto saber ensinar. Enquanto a maior dificuldade dos alunos consiste em reter o conteúdo que lhe é passado, a do professor é despertar o aluno, é fazer com que o aluno abra as portas para o novo.

Cabem as escolas buscar atender as necessidades dos alunos, buscando prepará-los para o mundo, ensinando-os não apenas conteúdos, mas acima de tudo valores, atitudes, para que estes aprendam a saber fazer e não esperem respostas prontas e acabadas.
Por isso espera-se que os professores façam seus alunos refletirem em vez de repetir, e que os alunos por sua vez nunca aceitem nada como pronto e acabado. Mais importante que discutir novos modos de aprender e ensinar, discutir relação professor- aluno é não deixar que alunos e professores em tempo algum deixem de sonhar.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MARTINS, Vicente-, Como desenvolver a capacidade de aprender - Entrevista Vicente Martins. Htm. Disponível em: <http://kplus.cosmo.com.br/materia.asp?co=205&rv=Literatura>. Acesso em 09 de abril de 2008.

ENSINAR E APRENDER :as duas faces da educação. Disponível em: < http://www.boaaula.com.br/iolanda/tese/ensinar.htm>. Acesso em 09 de abril de 2008.


Fonte: O Portal da Educação e da Informação
Data: 26/07/2008

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Um pouco de arte...

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Meu passatempo favorito é a fotografia digital e tratamento de imagens!

Lusco-fusco em Corumbá-MS

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Até uma foto com problemas de foco e que, teoriamente, estaria perdida, pode se transformar em obra de arte!